Mais uma do antigo caderno de poesias
Todo o amor é eterno
Em nossas horas efêmeras
Embora tentemos contê-lo
Em vasos de barro curtido,
Em relicários vazios de sentido,
Em corpos mal-formados,
Deformados,
Terrivelmente desinformados.
E todo o ódio contido é o amor derramado
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